Segurei o último porta-retrato da prateleira nas mãos, e fiquei observando o quanto ele era lindo, e tentando compreender o que era incompreensível. Era difícil entender essa bagunça de sentimentos que se passava em meu coração. Como é possível detestar tanto uma pessoa, mas se sentir inexplicavelmente bem ao lado dela? Foi aí que comecei a entender porque me peguei sorrindo ao olhar a foto.

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